terça-feira, 5 de março de 2013
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Estudo mostra quais são as capitais mais (e menos) evangélicas do Brasil
Com 42,3 milhões de evangélicos no país, segundo o Censo 2010, a revista destacou que São Paulo é a cidade com maior número de evangélicos em todo o Brasil, com 2,3 milhões de fiéis. Porém esse número representa apenas 21,88% da população da cidade, o que coloca a capital paulista na longínqua 20ª posição da lista.
A capital com a maior proporção de evangélicos em termos percentuais é Rio Branco, capital do Acre. Totalizando 39,54% da população, o número de evangélicos na cidade quase se iguala ao número de católicos (40,44%), que é a religião com maior representatividade no país (64,6% da população).
No lado oposto do ranking está a capital do Rio Grande do Sul. Com apenas 11,65% de sua população composta por evangélicos, a cidade é a capital com o menor percentual de evangélicos em todo o país.
A lista listou também a presença de outras religiões, destacando Aracaju (SE) como tendo o maior percentual de católicos do país, com 70,89% de sua população. O número de pessoas que se declaram sem religião também foi medido, sendo esses mais numerosos em Salvador (BA), onde representam 17,28% da população.
Veja o ranking completo:
1ª Rio Branco (AC) – 39,54%
Evangélicos: 39,54% (120,8 mil pessoas)
Católicos: 40,44%
Espíritas: 1,02%
Umbanda e Candomblé: 0,05%
Outras: 3,25%
Sem religião: 15,51%
2ª Manaus (AM) – 35,19%
Evangélicos: 35,19% (577,2 mil pessoas)
Católicos: 54,1%
Espíritas: 0,76%
Umbanda e Candomblé: 0,09%
Outras: 3,02%
Sem religião: 6,74%
3ª Palmas (TO) – 32,77%
Evangélicos: 32,7% (68.189 mil pessoas)
Católicos: 54,56%
Espíritas: 1,84%
Umbanda e Candomblé: 0,02%
Outras: 3,18%
Sem religião: 7,79%
4ª Porto Velho (RO) – 32,16%
Evangélicos: 32,16% (126,4 mil pessoas)
Católicos: 48,75%
Espíritas: 1,16%
Umbanda e Candomblé: 0,11%
Outras: 3,26%
Sem religião:13,75 %
5ª Boa Vista (RR) – 32,09%
Evangélicos: 32,09% (82.624 mil pessoas)
Católicos: 46,96%
Espíritas: 3,62%
Umbanda e Candomblé: 0,15%
Outras: 4,27%
Sem religião: 14,89%
6ª Goiânia (GO) – 32,07%
Evangélicos: 32,07% (390,3 mil pessoas)
Católicos: 51,25%
Espíritas: 4,42%
Umbanda e Candomblé: 0,1%
Outras: 3,05%
Sem religião: 9%
7ª Campo Grande (MS) – 30,22%
Evangélicos: 30,22% (220,6 mil pessoas)
Católicos: 51,93%
Espíritas: 3,65%
Umbanda e Candomblé: 0,27%
Outras: 3,3%
Sem religião: 10,38%
8ª Vitória (ES) – 29,19%
Evangélicos: 29,19% (89,9 mil pessoas)
Católicos: 54,57%
Espíritas: 2,77%
Umbanda e Candomblé:0,16 %
Outras: 2,55%
Sem religião:10,61 %
9ª Belém (PA) – 28,24%
Evangélicos: 28,24% (365,3 mil pessoas)
Católicos: 62,32%
Espíritas: 1,6%
Umbanda e Candomblé: 0,2%
Outras: 2,14%
Sem religião: 5,35%
10ª Macapá (AP) – 26,59%
Evangélicos: 26,59% (95,4 mil pessoas)
Católicos: 65,33%
Espíritas: 0,61%
Umbanda e Candomblé: 0,12%
Outras: 1,92%
Sem religião: 5,35%
11ª Brasília (DF) – 26,58%
Evangélicos: 26,58% (632,8 mil pessoas)*
Católicos: 56,91%
Espíritas: 3,62%
Umbanda e Candomblé: 0,23%
Outras: 3,42%
Sem religião: 9,07%
* Considera todo o DF
12ª Cuiabá (MT) – 26,33%
Evangélicos: 26,33% (134,3 mil pessoas)
Católicos: 58,67%
Espíritas: 3,26%
Umbanda e Candomblé: 0,13%
Outras: 3,85%
Sem religião: 7,6%
13ª Recife (PE) – 24,8%
Evangélicos: 24,8% (357,4 mil pessoas)
Católicos: 54,74%
Espíritas: 3,68%
Umbanda e Candomblé: 0,25%
Outras: 2,23%
Sem religião: 14,21%
14ª Belo Horizonte (MG) – 24,6%
Evangélicos: 24,6% (551,3 mil pessoas)
Católicos: 60,32%
Espíritas: 4,15%
Umbanda e Candomblé: 0,17%
Outras: 2,66%
Sem religião: 7,95%
15ª Curitiba (PR) – 24,03%
Evangélicos: 24,03% (394,9 mil pessoas)
Católicos: 62,36%
Espíritas: 2,8%
Umbanda e Candomblé: 0,26%
Outras: 3,69%
Sem religião: 6,71%
16ª João Pessoa (PB) – 23,87%
Evangélicos: 23,87% (160,5 mil pessoas)
Católicos: 63,62%
Espíritas: 1,77%
Umbanda e Candomblé: 0,16%
Outras: 2,3%
Sem religião: 8,01%
17ª Maceió (AL) – 23,5%
Evangélicos: 23,5% (202,3 mil pessoas)
Católicos: 62,26%
Espíritas: 1,41%
Umbanda e Candomblé: 0,15%
Outras: 2,23%
Sem religião: 10,36%
18ª São Luís (MA) – 23,47%
Evangélicos: 23,47% (220,4 mil pessoas)
Católicos: 66,22%
Espíritas: 0,65%
Umbanda e Candomblé: 0,12%
Outras: 1,93%
Sem religião: 7,45%
19ª Rio de Janeiro (RJ) – 23,05%
Evangélicos: 23,05% (1,372 milhão de pessoas)
Católicos: 51,47%
Espíritas: 6,05%
Umbanda e Candomblé: 1,32%
Outras: 4,54%
Sem religião: 1,32%
20ª São Paulo (SP) – 21,88%
Evangélicos: 21,88% (2,306 milhão pessoas)
Católicos: 58,47%
Espíritas: 4,84%
Umbanda e Candomblé: 0,63%
Outras: 4,82%
Sem religião: 9,2%
21ª Fortaleza (CE) – 21,12%
Evangélicos: 21,12% (482 mil pessoas)
Católicos: 68,22%
Espíritas: 1,33%
Umbanda e Candomblé: 0,22%
Outras: 2,47%
Sem religião: 6,5%
22ª Natal (RN) – 20,65%
Evangélicos: 20,65% (155,5 mil pessoas)
Católicos: 67,64%
Espíritas: 1,86%
Umbanda e Candomblé: 0,08%
Outras: 1,89%
Sem religião: 7,79%
23ª Salvador (BA) – 19,42%
Evangélicos: 19,42% (487,4 mil pessoas)
Católicos: 51,94%
Espíritas: 3,33%
Umbanda e Candomblé: 1,08%
Outras: 6,57% (maior do Brasil)
Sem religião: 17,28% (maior do Brasil)
24ª Aracaju (SE) – 15,15%
Evangélicos: 15,15% (80,3 mil pessoas)
Católicos: 70,89% (maior do Brasil)
Espíritas: 2,81%
Umbanda e Candomblé: 0,41%
Outras: 2,39%
Sem religião: 8,12%
25ª Teresina (PI) – 13,25%
Evangélicos: 13,25% (100 mil pessoas)
Católicos: 79,13%
Espíritas: 0,88%
Umbanda e Candomblé: 0,15%
Outras: 2,06%
Sem religião: 4,4%
26ª Florianópolis (SC) – 12,81%
Evangélicos:12,81% (50,9 mil pessoas)
Católicos: 63,68%
Espíritas: 7,48% (maior do Brasil)
Umbanda e Candomblé: 0,66%
Outras: 3,39%
Sem religião: 11,76%
27ª Porto Alegre (RS) – 11,65%
Evangélicos: 11,65% (155 mil pessoas)
Católicos: 63,85%
Espíritas: 7,03%
Umbanda e Candomblé: 3,35% (maior do Brasil)
Outras: 3,64%
Sem religião: 10,38%
Por Dan Martins, para o Gospel+
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Sim, teologia da esperança, apesar dos meteóros...

Rev. Marcelo Lemos
Eu já imaginava que despertaria criticas quando escrevi o artigo “No horizonte, meteóros e uma grande tribulação...”,
afinal, aproveitei para alfinetar aquela que talvez seja a visão
escatológica mais popular em nossos dias. Mas, algumas surpresas sempre
surgem pelo caminho, e eu ainda não perdi a capacidade de surpreender-me
com algumas críticas.
Por exemplo, como eu defendo algo que chamo de “Teologia da Esperança”, ou de “Escatologia da Esperança”,
alguém fez questão de me lembrar que já critiquei o pastor-herege
Ricardo Gondim por ensinar uma versão marxista da “Teologia da
Esperança”, baseada na Utopia de Moltmann. Como se eu tivesse mudado de
lado. Ou então, estivesse sendo contraditório. O problema é que a
“Esperança” do herege Gondim não é a mesma “Esperança” que eu tenho, e
que a Igreja tem. Um leitor atento perceberia isso, mas não o meu
critico. Observem, no artigo no qual critico a heresia de Gondim,
escrevi: “Caro Gondim, ter esperança no homem não é ter esperança, é antes desesperança. E não tentem me iludir sobre isso. A verdadeira Teologia
da Esperança, e sua Escatologia, também acreditam no Reino de Deus aqui
e agora, e militam numa Igreja messiânica, agente de Deus no mundo;
porém, não edifica seu castelo sobre uma Utopia, mas na Rocha, que é
Cristo”[Ricardo Gondim e a escatologia da esperança]. O analista esqueceu de ler essa parte? É o que parece.
A 'minha' Teologia da Esperança nada mais é que o Pós-Milenismo, ou Dominismo, como prefem alguns. Para desespero de muitos outros, especialmente dos laicistas, a chamaria ainda de Teonomia... Trata-se
de uma esperança na vitória do Evangelho, que converterá as nações a
Cristo (o que já aconteceu algumas vezes, aliás), tornando visivel o
Reino de Cristo. Não tem a ver com política, luta de classes, marxismo,
liberalismo teológico... Tem a ver com evangelismo, conversão e
avivamento. Mesmo os Teonomistas fazem questão de afirmar que tal conversão não se dará por medidas políticas, mas pelo agir livre e soberando do Espírito Santo.
Tentar analisar a 'minha' Esperança tomando por base a 'esperança' de Ricardo Gondim, é coisa temerária.
Outro
analista me acusou de negar a Volta de Cristo, uma vez que, segundo sua
interpretação, minha escatológica transforma a Segunda Vinda em “apenas
um mito com função de manter os cristãos [sob controle]”, e ainda faz
da Ceia do Senhor coisa “vazia, longinqua, quase um negócio de marketing
político... só pra manter a motivação”.
Felizmente, esse crítico não sabe do que fala, e desconhece
completamente a Escatógia Reformada, e a minha teológia pessoal,
inclusive. Felizmente, ele leu grego e entendeu hindu, mas faltou-lhe o dom de interpretação de línguas...
Eu convido esse irmão em Cristo, e qualquer outro, a vir cultuar conosco na Comunidade Anglicana Carisma, em São Paulo – nosso site aqui -, e recitar conosco a fé cristã expressa no Credo Apostólico, que assim oramos:
“Creio em Deus Pai, Todo Poderoso, criador dos céus e da terra;
Creio
em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido
por obra do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria; padeceu sob o poder
de Pôncio Pilatos, foi crucifiado, morto e sepultado; ressurgiu dos
mortos ao terceiro dia; subiu ao Ceu; está assentado à direita de Deus
Pai Todo-Poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos.
Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja Católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpor; na vida eterna. Amém”.
Mas,
acreditar que a Igreja podera reviver Calcedônia é, para alguns, ao que
parece, sinônimo de negar a Vinda de Cristo! Qual a lógica de tal
conclusão? Em que momento esperar um grande avivamento espiritual sobre a
humanidade implica na negação do Segundo Advento?

Além
disso, ao contrário do que diz o comentarista, a nossa Ceia não é mera
peça de propaganda. Na verdade, como sou reformado, a Ceia do Senhor não
é apenas um “simbolo” (como a maioria dos dispensacionalistas entende),
mas também um Sacramento, um meio da Graça. E não apenas isso, a
Liturgia da Igreja é, como escrevi em Atos Proféticos e Feitiçaria Gospel, “uma atencipação escatológica”,
e não uma mera reunião social de crentes. No culto, nós vivemos hoje a
liturgia que celebraremos na Eternidade. O culto celestial é o nosso
modelo, por isso nossa Liturgia é bem mais rica que a encotrada na
Liturgia da maioria das comunidades evangelicais. Mas, o critício não
sabe disso, e nem imagina isso, pois para ele eu cometo a “heresia” de
esperar um grande avivamento sobre o mundo...
Tenho esperança. E você?
Bem, para começar é preciso esclarecer um ponto: não me refiro a Esperança final da
Igreja. Apenas hereges como Ricardo Gondim questionam essa Esperança.
Minha pergunta se refere a expectativa por um tempo onde Cristo será,
pelo Espírito Santo, entronizado no coração dos homens, trazendo sobre o
mundo transformações políticas, econômicas e morais. Parece que essa é a
terrível “heresia” da qual estou sendo acusado!
a)
Nós, Pós-milenistas, ensinamos que através do Evangelho, a pregação da
Palavra influênciará toda a humanidade, trazendo coversão e avivamento
mundial. Quando isso acontece em uma cidade, um Estado, um País, ou um
continente, o resultado natural é maior paz, prosperidade e até mesmo
saúde... Isso, caros irmãos, é considerado heresia? Interessante
observar que muitos cristãos esperam muitas dessas coisas, mas confiam
que podem tê-las através do voto, por exemplo. O “deus” do mundo moderno
é o Estado, o meu é exclusivamente Cristo! Todo e qualquer bem sempre
virá unicamente através de Cristo.
b)
Nós, Pós-milenistas, negamos, por conseguinte, que o mundo possa ser
transformado por reengenharia social como pretendiam os marxistas ontem,
e é desejado pelos “planejadores” de hoje, ou socialistas, dentre
outros. Acreditamos, contudo, que sociedade pode ser transformada se o
Espírito trouxer sobre ela avivamento, e isso fará do Cristianismo não
apenas a religião mais popular, mas uma fé efetivamente vivida! Isso,
caros irmãos, é considerado heresia?
Sim, tenho esperança. E posso explicar!
Admito que quando eu era dispensacionalista cultivava uma visão bem pessimista a respeito do futuro da Igreja no mundo.
Tudo iria de mal a pior, e restava-nos apenas esperar o “grande
sequestro” (rapto) que nos livraria de destino tão deprimente. Como
explicar minha mudança de opinião?
Basicamente,
compreendi como é a descrição bíblia a respeito da instauração do Reino
de Cristo no mundo. Vamos a algumas passagens bíblicas, e depois
comento.
“Porque
um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os
seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai
da Eternidade, Principe da Paz. Do aumento do seu governo e da paz não
haverá fim, sobre o trono de Davi e no seu reino, para o estabelecer e
fortificar em retidão e em justiça, desde agora e para sempre; o zelo do
Senhor o fará isso” (Isaías 9.5,6).
“Propôs-lhes
uma parábola, dizendo: O Reino dos Céus é semelhante a uma grão de
mostarda que um homem tomou, e semeou em seu campo; o qual é realmente a
menor de todas as sementes; mas, depois de ter crescido, é a maior das
hortaliças, e faz-se árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se
aninham nos seus ramos... o Reino dos Céus é semelhante ao fermento que
uma mulher tomou e misturou com três medidas de farinha, até ficar tudo
levedado” (S. Mateus 13. 31-33).
Esses
textos mudaram minha compreensão da vinda do Reino. Eu o tinha como um
evento catastrófico: Cristo vindo nas nuvens dos céus, num evento
cósmico, com terremotos e trovoadas, para inaugurar seu reinado de mil
anos... Contudo, essas passagem me falam de algo muito mais modesto, no
entanto, incrivelmente mais poderoso: um menino, uma semente, e uma
pitada de fermento. O Reino nos é apresentado como um processo
histórico, de crescimento contínuo, as vezes lento e impercepitivel,
porém inevitável.
“.. um
menino nos nasceu... o governo está sobre seus ombros... do aumento do
seu governo e da paz não haverá fim...” “... um grão de mostarda... a
menor de todas as sementes; mas depois de ter crescido, é a maior das
hortaliças, e faz-se árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se
aninham em seus ramos”. É a isso que chamos de “Escatologia da
Esperança”. Temos fé que veremos as “aves do céu” se aninhando nas
verdes folhas do Evangelho!
Oh,
gloriosa esperança! A verdadeira religião tocará o mundo inteiro,
“desde o nascente até o poente” (Malaquias 1.11). Como é dito no Salmo
22.27, “todos os confins” da terra se renderão ao Senhor, e então “a
terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar”
(Isaías 1.9), e por mais que isso possa chocar até os cristãos de nossos
dias, será a Lei do Senhor que instruirá os povos e as nações, segundo a
profecia de Isaías 2.2-4. Quão gloriosa a declaração do de Hebreus
10.12-13 sobre esses eventos: “Mas, este, havendo oferecido para sempre
um único sacrificio pelos pecados, está assentado à destra de Deus,
daqui em diante esperando até que seus inimigos sejam postos por
escabelo de seus pés”! Aleluia! Maranata! Vem Senhor Jesus!
Não
espero que todos aceitem o que digo, ou que abandonem as ilusões
cinematográficas quando ao “fim do mundo” e o “amargedom”. Mas, acho que
este texto servirá para responder as acusações infundadas contra a
escatólogia reformada... E quem sabe, possa ajudar aqueles que estão
nessa etapa de sua jornada teológica, a Escatologia. Ter esperança aqui e
agora em nada afeta nossa crença da fé cristã: Cristo virá outra vez
aqui!
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
1 Reunião Geral MPC Brasilia 2013
Sabado às 9h!
Se você é Cristão e quer fazer a diferença aqui em BRASÍLIA não deixe
de participar da nossa 1ª Reunião da MPC Brasília do ano!
Para
todos os Jovens/Adultos de Brasília, lá explicaremos o que é a MPC e
como funciona cada ministério e como você podem participar. Não PERCA!
Link do evento: http://www.facebook.com/ events/332680870176490/?ref=3
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