Graça e Paz,
Bom dia a todos,
O Senado está querendo saber a opinião dos brasileiros sobre o PLC 122 (que castiga toda opinião contrária ao homossexualismo), perguntando se você é a favor ou contra esse projeto. Para votar, vá à enquete deste link:
http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0
Os ativistas homossexuais estão votando em massa no “sim”. Ajude a reverter o placar, votando “não” à ditadura gay.
Mobilize-se já! Avise seus amigos e igreja.
Se você quer entender o que é o PLC 122, siga este link: http://juliosevero.blogspot.com/search?q=PLC+122
Além disso, no site www.juliosevero.com há um vídeo chamado “Ditadura gay às portas do Brasil”, que mostra a grave ameaça do PLC 122 para toda a população do Brasil.
FONTE: MIN. MONTE SIÃO
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
São as diferenças que fazem a diferença

Deus criou todas as divergências de propósito
Quem diz que a Bíblia não fala de amor é porque nunca se interessou em conhecer a personalidade de Deus. O Senhor dos Exércitos é um Deus de amor, e criou homem e a mulher com riquezas de detalhes e traços de personalidades muito semelhantes à Dele.
No livro de Gênesis 1:27 está escrito: “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” Observe que o Pai fez questão de dar ao ser humano a Sua semelhança; queria que tanto homem, quanto mulher se parecesse com Ele. E o mais importante, que tivesse a Sua dignidade.
Da mesma forma que a Trindade Santa é uma só, mas cada pessoa da Trindade tem o seu respectivo papel no mundo espiritual, assim também é com o homem e a mulher. Essa igualdade e diferença simultâneas é que permite a eles uma intimidade sem perda de identidade e uma aproximação, com direito a um espaço psicossocial e espiritual para crescer.
Deus deu igualdade para ambos em imagem e semelhança, em domínio sobre a Terra e em mútua satisfação e gozo.
Por outro lado, se a igualdade lhes permite relação, co-participação e aceitação, as diferenças permitem crescimento e individuação.
Quando uma pessoa dá liberdade a Deus para que Ele escolha alguém para a sua vida, certamente será um(a) felizardo(a), pois somente Deus conhece profundamente o interior de cada ser humano: seus pensamentos, personalidade e caráter. As diferenças é que fazem a diferença.
Agência Unipress Internacional
Nilbe Shlishia
Quem diz que a Bíblia não fala de amor é porque nunca se interessou em conhecer a personalidade de Deus. O Senhor dos Exércitos é um Deus de amor, e criou homem e a mulher com riquezas de detalhes e traços de personalidades muito semelhantes à Dele.
No livro de Gênesis 1:27 está escrito: “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” Observe que o Pai fez questão de dar ao ser humano a Sua semelhança; queria que tanto homem, quanto mulher se parecesse com Ele. E o mais importante, que tivesse a Sua dignidade.
Da mesma forma que a Trindade Santa é uma só, mas cada pessoa da Trindade tem o seu respectivo papel no mundo espiritual, assim também é com o homem e a mulher. Essa igualdade e diferença simultâneas é que permite a eles uma intimidade sem perda de identidade e uma aproximação, com direito a um espaço psicossocial e espiritual para crescer.
Deus deu igualdade para ambos em imagem e semelhança, em domínio sobre a Terra e em mútua satisfação e gozo.
Por outro lado, se a igualdade lhes permite relação, co-participação e aceitação, as diferenças permitem crescimento e individuação.
Quando uma pessoa dá liberdade a Deus para que Ele escolha alguém para a sua vida, certamente será um(a) felizardo(a), pois somente Deus conhece profundamente o interior de cada ser humano: seus pensamentos, personalidade e caráter. As diferenças é que fazem a diferença.
Agência Unipress Internacional
Nilbe Shlishia
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Tesouros preciosos

Muitos pais pensam que tesouros financeiros são a melhor herança que podem deixar, sem se dar conta de que a maior semeadura que podem fazer sem seus filhos é a palavra de Deus.
Conheça os três tesouros que você pode deixar para o seu filho:
1.Tesouro espiritual
A fé de que a palavra de Deus é verdadeira e tem poder para mudar qualquer circunstância é uma riqueza tão grande que pode ser comparada a tanques que, estando cheios, saciam a sede de seu possuidor e de muitos outros.
Ensinar aos nossos filhos, não só através de conselhos, mas na prática, a como dependermos de Deus em todos os sentidos da vida e, sem dúvida, a maior herança que podemos deixar. A sabedoria que procede de Deus também e uma herança inestimável. É melhor que um filho aprenda como adquirir e manter a riqueza, do que tão somente herdá-la.
2. Tesouro emocional
Um homem maduro e seguro do que é ser homem, que age e vive como tal, é uma preciosidade. Da mesma forma uma mulher que conhece o seu valor. Precisamos ensinar aos nossos filhos os seus verdadeiros papéis na família, na escola, na sociedade. Devemos levá-los a viver uma vida de vitória, livres de todo sentimento de inferioridade. É realmente uma herança desejável sermos livres das prisões emocionais e desfrutarmos do bem eu os relacionamentos adequados podem proporcionar.
3.Tesouro físico
Devemos ensinar nossos filhos a manterem uma vida física saudável, com alimentação adequada, higiene, pratica de esportes, preservando seus corpos. Devemos ensiná-los sobre os danos que o álcool, as drogas, e o sexo fora de hora causam sobre o corpo. O corpo é tabernáculo do Senhor e morada do Espírito Santo de Deus.
Trecho tirado do livro da Bispa Lúcia Rodovalho "Relacionamentos em Crise".
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
ESTUDO SOBRE FINADOS
DIA DE FINADOS
Escrito por Ap. Wagner & Pra. Eunice
Mateus 8.18-22 - O Dia dos Defuntos, Dia dos Mortos ou Dia de Finados é celebrado no dia 02 de Novembro desde o Século XIII, quando foi regulamentado como o dia de se rezar pelos que já morreram. Esse dia foi sendo consolidado ao longo dos séculos com o apoio de alguns dos papas da Igreja que obrigaram a comunidade a rezar pelos mortos (Papa Silvestre II, Papa João XVIII e Papa Leão IX). Ainda que essa prática não encontre fundamentação bíblica, mas acabou ganhando força numa sociedade que desconhecia a Bíblia. E hoje, praticamente o mundo inteiro comemora o "Dia dos Finados", consagrando um dia do ano aos mortos, assim como tem um dia consagrado a todos os santos que não foram devidamente canonizados (01/11, dia de Todos os Santos).
Você acha que "rezas ou missas" têm o poder de mudar a situação dos que já morreram? O que você acha que acontece depois da morte (Eclesiastes 12.7; Hebreus 9.27)?
Jesus declara em Mateus 8.18-22 a urgência que existe em tomarmos a decisão de segui-lo, deixando em segundo plano o cuidado e as exigências que são requeridas em favor dos mortos.
I - É MAIS IMPORTANTE SEGUIR A JESUS DO QUE "ENTERRAR MORTOS"
Em resposta a um de seus discípulos que lhe pedia a permissão para enterrar, isto é, reverenciar o seu pai que havia morrido, Jesus disse: "Segue-me e deixa os mortos sepultar os seus próprios mortos" (Mateus 8.22). Essa resposta de Jesus nos leva a compreender que quem ainda não decidiu segui-Lo, isto é, tornar-se seu discípulo, está morto espiritualmente. E aquele seu discípulo precisava entender que o mais importante era que ele seguisse a Jesus e fosse anunciar o Reino de Deus para aqueles que ainda estavam vivos, para aqueles que ainda tinham uma esperança de salvação, pois depois que eles morressem, já não adiantaria mais nada pregar-lhe o Evangelho do Reino.
Você já tomou a sua decisão em seguir a Jesus? Você já é um discípulo de Jesus? Se já é, então, vamos anunciar o Evangelho do Reino de Deus aos que estão vivos, a fim de que eles sejam salvos!
II - É MAIS IMPORTANTE CUIDAR DOS VIVOS DO QUE "ENTERRAR OS MORTOS"
Na época de Jesus na comunidade judaica, a responsabilidade dos filhos para com os pais perdurava até o seu falecimento. Era um dever sagrado dos filhos cuidarem dos pais até a morte. Essa responsabilidade isentava o judeu de qualquer que fosse a atividade religiosa que ele tivesse que cumprir. Certamente aquele discípulo estava mais preocupado com o seu pai morto, do que com tantas pessoas ainda vivas que precisavam ouvir o Evangelho da salvação. E talvez o seu pai ainda nem tivesse morrido e provavelmente ele usou isso como desculpa para não seguir imediatamente a Jesus.
O ensinamento bíblico é de amar, honrar e cuidar dos pais, mas muitos filhos só se lembram dos pais quando eles morrem e aí vão chorar pelo sentimento de culpa de não terem cuidado deles. E muitos, numa tentativa de aplacar esse sentimento de culpa, oferecem "missas, rezas, velas e flores". Segundo a Bíblia, nada disso tem valor. Só a fé em Jesus pode salvar alguém. A vida eterna, só Jesus pode nos dar. Receba-O em seu coração e Ele te dará a salvação!
CONCLUSÃO:
Enquanto existe a prática religiosa de separar um dia para os mortos, para reverenciá-los, rezar por eles, a Bíblia nos manda cuidar dos vivos, pregar o Evangelho da Salvação para que eles se convertam e sejam salvos e ainda declara que está posto um grande abismo entre os vivos e os mortos, de modo que quem está lá não passa para cá (Lucas 16.26).
Depois da morte, nada mais resta senão o juízo final. E quem crê em Jesus não entrará em juízo, em condenação, mas passará da morte para a vida (João 5.24). Enquanto há vida, há esperança de salvação. Decida por Jesus enquanto você pode, não deixe para depois da vida, pois será tarde demais. Deus o abençoe!
Lição de Célula Nº 413 - 02 a 08/11/2009 - Ap. Wagner & Pra. Eunice
Escrito por Ap. Wagner & Pra. Eunice
Mateus 8.18-22 - O Dia dos Defuntos, Dia dos Mortos ou Dia de Finados é celebrado no dia 02 de Novembro desde o Século XIII, quando foi regulamentado como o dia de se rezar pelos que já morreram. Esse dia foi sendo consolidado ao longo dos séculos com o apoio de alguns dos papas da Igreja que obrigaram a comunidade a rezar pelos mortos (Papa Silvestre II, Papa João XVIII e Papa Leão IX). Ainda que essa prática não encontre fundamentação bíblica, mas acabou ganhando força numa sociedade que desconhecia a Bíblia. E hoje, praticamente o mundo inteiro comemora o "Dia dos Finados", consagrando um dia do ano aos mortos, assim como tem um dia consagrado a todos os santos que não foram devidamente canonizados (01/11, dia de Todos os Santos).
Você acha que "rezas ou missas" têm o poder de mudar a situação dos que já morreram? O que você acha que acontece depois da morte (Eclesiastes 12.7; Hebreus 9.27)?
Jesus declara em Mateus 8.18-22 a urgência que existe em tomarmos a decisão de segui-lo, deixando em segundo plano o cuidado e as exigências que são requeridas em favor dos mortos.
I - É MAIS IMPORTANTE SEGUIR A JESUS DO QUE "ENTERRAR MORTOS"
Em resposta a um de seus discípulos que lhe pedia a permissão para enterrar, isto é, reverenciar o seu pai que havia morrido, Jesus disse: "Segue-me e deixa os mortos sepultar os seus próprios mortos" (Mateus 8.22). Essa resposta de Jesus nos leva a compreender que quem ainda não decidiu segui-Lo, isto é, tornar-se seu discípulo, está morto espiritualmente. E aquele seu discípulo precisava entender que o mais importante era que ele seguisse a Jesus e fosse anunciar o Reino de Deus para aqueles que ainda estavam vivos, para aqueles que ainda tinham uma esperança de salvação, pois depois que eles morressem, já não adiantaria mais nada pregar-lhe o Evangelho do Reino.
Você já tomou a sua decisão em seguir a Jesus? Você já é um discípulo de Jesus? Se já é, então, vamos anunciar o Evangelho do Reino de Deus aos que estão vivos, a fim de que eles sejam salvos!
II - É MAIS IMPORTANTE CUIDAR DOS VIVOS DO QUE "ENTERRAR OS MORTOS"
Na época de Jesus na comunidade judaica, a responsabilidade dos filhos para com os pais perdurava até o seu falecimento. Era um dever sagrado dos filhos cuidarem dos pais até a morte. Essa responsabilidade isentava o judeu de qualquer que fosse a atividade religiosa que ele tivesse que cumprir. Certamente aquele discípulo estava mais preocupado com o seu pai morto, do que com tantas pessoas ainda vivas que precisavam ouvir o Evangelho da salvação. E talvez o seu pai ainda nem tivesse morrido e provavelmente ele usou isso como desculpa para não seguir imediatamente a Jesus.
O ensinamento bíblico é de amar, honrar e cuidar dos pais, mas muitos filhos só se lembram dos pais quando eles morrem e aí vão chorar pelo sentimento de culpa de não terem cuidado deles. E muitos, numa tentativa de aplacar esse sentimento de culpa, oferecem "missas, rezas, velas e flores". Segundo a Bíblia, nada disso tem valor. Só a fé em Jesus pode salvar alguém. A vida eterna, só Jesus pode nos dar. Receba-O em seu coração e Ele te dará a salvação!
CONCLUSÃO:
Enquanto existe a prática religiosa de separar um dia para os mortos, para reverenciá-los, rezar por eles, a Bíblia nos manda cuidar dos vivos, pregar o Evangelho da Salvação para que eles se convertam e sejam salvos e ainda declara que está posto um grande abismo entre os vivos e os mortos, de modo que quem está lá não passa para cá (Lucas 16.26).
Depois da morte, nada mais resta senão o juízo final. E quem crê em Jesus não entrará em juízo, em condenação, mas passará da morte para a vida (João 5.24). Enquanto há vida, há esperança de salvação. Decida por Jesus enquanto você pode, não deixe para depois da vida, pois será tarde demais. Deus o abençoe!
Lição de Célula Nº 413 - 02 a 08/11/2009 - Ap. Wagner & Pra. Eunice
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
A VITÓRIA É NOSSA Billy Grahan

"La Victoria es Nuestra"
Billy Graham
Tradução de João Cruzué
Nosso maior inimigo é a morte. A morte implica em certo temor. A Bíblia diz que: "O aguilhão da morte é o pecado," e a partir do momento em que o primeiro casal sepultou seu filho em uma cova, as pessoas vêm temendo a morte. É o grande monstro misterioso cujos grandes dedos gelados fazem muitos se estremecerem aterrorizados.
O testemunho unânime da história é que a morte é inevitável. Gerações vêm e vão, e cada uma tem deitado seus mortos na tumba.
A Bíblia sempre relaciona a morte com o pecado. Ela diz que: "Como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim a morte infectou a todos os homens porquanto todos pecaram."
Estamos procurando prolongar a vida mediante fórmulas químicas nos laboratórios científicos de todo o mundo. Mas até que a ciência não pode encontrar uma solução para o problema da morte. Ainda assim, os cientistas descobriram um segredo que prolonga a vida terrena, ao mesmo tempo só conseguiriam êxito em estender nossos dias de tristeza e aflição.
Centenas de filósofos de todas as épocas têm procurado esquadrinhar mais e além do véu da morte. Suas especulações enchem volumes com respeito às possibilidades de vida além da sepultura.
A morte ronda entre ricos e pobres, eruditos e ignorantes. A morte não faz distinção de raça, cor nem credo. Suas sombras nos acercam dia e noite. Nunca sabemos quando chegará o momento temido.
Procuramos dissimular o desastre custeando um seguro de vida, e temos inventado outros mecanismos para tornar mais confortáveis nossos últimos dias; todavia sempre está presente a dura realidade da morte.
Muitos se perguntam: Há alguma esperança? Existe alguma porta de escape? Há uma possibilidade de imortalidade?
Não vou levá-los a um laboratório científico, nem à aula de um filósofo, nem ao consultório de um psicólogo. Em seu lugar, vou levá-lo à tumba vazia de José de Arimateia. Maria, Maria Madalena e Salomé tinham ido à tumba para ungir o corpo do Cristo crucificado. Elas ficaram surpresas ao ver a tumba vazia. Um anjo se colocou ao lado do sepulcro e lhes disse: "Buscais a Jesus nazareno? E logo adiantou: Ele ressuscitou, não está mais aqui."
Esta foi a maior notícia que o mundo jamais tinha ouvido. Jesus Cristo havia ressuscitado dentre os mortos, como havia prometido.
A ressurreição de Jesus Cristo é a verdade primordial da fé cristã. Ela descansa na mesma raiz do Evangelho. Sem uma fé na ressurreição não pode haver salvação pessoal. A Bíblia diz: "Se confessares com tua boca que Jesus é o Senhor, e creres em teu coração que Deus o levantou dos mortos, serás salvo." Temos que crer nisto ou nunca poderemos ser salvos.
Para muitas pessoas a ressurreição tem chegado a ser pouco mais que um símbolo consolador da imortalidade da alma. Porém, a ressurreição abarca muito mais que a perpetuidade da vida. Crer na imortalidade por si mesma poderia ser algo trágico e horrível. A Bíblia ensina que a fé deve ser acompanhada de uma segura convicção de que Deus uma existência eterna em sua presença gloriosa, através do conhecimento pessoal de seu Filho.
Começamos com o fato de que ao terceiro dia, Jesus Cristo havia ressuscitado dos mortos, saiu do sepulcro e apareceu aos desanimados e assombrados discípulos que haviam perdido toda a esperança de revê-lo. Sem nossa aceitação da realidade da ressurreição, essa celebração não é mais que uma ilusão. Como escreveu o apóstolo Paulo há muito tempo: "E se Cristo não ressuscitou, então é vã nossa pregação e vã também será a nossa fé"
Quando se contempla a ressurreição de Cristo como um feito histórico, o Domingo da Ressurreição se converte no dia dos dias e se deve reconhecer e celebrar como a maior vitória de todos os tempos.
A ressurreição foi, em um sentido, uma vitória suprema para a raça humana. Foi uma vitória sobre a morte: "Mas agora Cristo tem ressuscitado dos mortos; e foi feito as primícias dos que dormem." Sua ressurreição dos mortes é a garantia que também para nós a sepultura será aberta e que seremos também ressuscitados: Porque assim como em Adão todos morreram, também em Cristo todos serão vivificados."
A Ressurreição foi também uma vitória sobre o pecado: "O salário do pecado é a morte." O pecado de Adão no jardim do Éden teve como resultado a culpa, a condenação e a separação da presença de Deus. De fato, ali também se deu a gloriosa promessa de que apareceria a semente da mulher, e que Deus poria inimizade entre sua semente (Cristo) e a serpente (Satanás).
No conflito resultante, a semente da mulher seria ferida no calcanhar, porém a troca feriria a cabeça da serpente, infligindo-lhe uma chaga mortal. Isto se cumpriu e manifestado abertamente na ressurreição de Cristo.
A ressurreição também nos dá vitória sobre as dúvidas. Parece que há milhares de cristãos escravos das dúvidas. Não quero dizer que tais pessoas duvidam da existência de Deus ou das verdades bíblicas. Podemos aceitar tudo isso enquanto seguimos duvidando em nossa relação pessoa com o Deus em quem professamos crer. Algumas pessoas têm dúvidas quanto ao perdão de seus pecados, outras duvidam que sua esperança de ir ao céu, e ainda outras desconfiam de sua própria experiência interior.
Durante seu ministério terreno, Jesus fez uma série de assombrosas afirmações e promessas a seus discípulos, que podem ter lhes parecido inacreditáveis enquanto ele estava no sepulcro. Jesus lhes havia dito: "Eu vim para que tenham vida... todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá eternamente." Porém agora ele que havia feito essas promessas estava morto, e o sepulcro estava fechado sobre aquele que havia prometido vida eterna a todos os que creram nele. SE ele não tivesse ressuscitado, teríamos motivos suficientes para duvidar da validade de suas promessas.
Mas quando ele saiu do sepulcro, todas suas promessas e suas palavras saíram com ele e hoje vivem em gloriosa vitalidade, poder e autoridade.
A ressurreição é também uma garantia da vitória sobre nossos temores. Os temores são íntimos aliados das dúvidas. O presidente da faculdade de história de uma de nossas grandes universidades uma vez me confidenciou esta opinião: "Nós temos nos convertido em uma nação de covardes." Não aceitei sua declaração, porém ele arguiu que muitas pessoas têm se mostrado resistentes a seguir um curso não se trata de algo popular. Inclusive se estamos convencidos de que algo é correto, procuramos não nos comprometer porque ficamos com temor. Se as probabilidades nos favorecem, nos colocamos a seu favor, porém se implica em algum risco em defender o que é correto, procuramos nos colocar a salvo.
Você que tem medo da morte, medo de perder a saúde ou de perder os amigos, examine as palavras de Paulo: "Porque Deus não nos tem dado um espírito de covardia, mas de poder, e de amor, e de domínio próprio." Deus nos tem dado uma viva esperança mediante a ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos. Este e outras passagens similares assinalam o fato de que nenhum cristão tem razão alguma perante os olhos da vontade de Deus; "Se Deus é por nós, quem será contra nós.
O poder do Espírito Santo levantou o corpo de Cristo dentre os mortos. Esse mesmo Espírito Santo, agora operando em nós, pode nos livrar dos poderes da ansiedade e do temor, e fazer com que nos regozijemos na segura e gloriosa esperança que ele tem preparado para nós.
A ressurreição nos garante a vitória em nosso dia a dia. A vitória que Cristo conquistou para nós quando ressuscitou do sepulcro pode ser vista em nossa vida diária. Pode ser manifesta em nós e por meio de nós em todo lugar, e em toda circunstância pelo seu poder ressuscitador para a glória de Deus.
Podemos estar conscientes cada dia de seu poder vitorioso operando em nós, por nós e por meio de nós para sua glória. Podemos exclamar como o apóstolo Paulo: "Mas graças sejam dadas a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo".
Se você fizer este compromisso com Cristo hoje, por favor, conte-nos a respeito.
Billy Graham
Tradução de João Cruzué
Nosso maior inimigo é a morte. A morte implica em certo temor. A Bíblia diz que: "O aguilhão da morte é o pecado," e a partir do momento em que o primeiro casal sepultou seu filho em uma cova, as pessoas vêm temendo a morte. É o grande monstro misterioso cujos grandes dedos gelados fazem muitos se estremecerem aterrorizados.
O testemunho unânime da história é que a morte é inevitável. Gerações vêm e vão, e cada uma tem deitado seus mortos na tumba.
A Bíblia sempre relaciona a morte com o pecado. Ela diz que: "Como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim a morte infectou a todos os homens porquanto todos pecaram."
Estamos procurando prolongar a vida mediante fórmulas químicas nos laboratórios científicos de todo o mundo. Mas até que a ciência não pode encontrar uma solução para o problema da morte. Ainda assim, os cientistas descobriram um segredo que prolonga a vida terrena, ao mesmo tempo só conseguiriam êxito em estender nossos dias de tristeza e aflição.
Centenas de filósofos de todas as épocas têm procurado esquadrinhar mais e além do véu da morte. Suas especulações enchem volumes com respeito às possibilidades de vida além da sepultura.
A morte ronda entre ricos e pobres, eruditos e ignorantes. A morte não faz distinção de raça, cor nem credo. Suas sombras nos acercam dia e noite. Nunca sabemos quando chegará o momento temido.
Procuramos dissimular o desastre custeando um seguro de vida, e temos inventado outros mecanismos para tornar mais confortáveis nossos últimos dias; todavia sempre está presente a dura realidade da morte.
Muitos se perguntam: Há alguma esperança? Existe alguma porta de escape? Há uma possibilidade de imortalidade?
Não vou levá-los a um laboratório científico, nem à aula de um filósofo, nem ao consultório de um psicólogo. Em seu lugar, vou levá-lo à tumba vazia de José de Arimateia. Maria, Maria Madalena e Salomé tinham ido à tumba para ungir o corpo do Cristo crucificado. Elas ficaram surpresas ao ver a tumba vazia. Um anjo se colocou ao lado do sepulcro e lhes disse: "Buscais a Jesus nazareno? E logo adiantou: Ele ressuscitou, não está mais aqui."
Esta foi a maior notícia que o mundo jamais tinha ouvido. Jesus Cristo havia ressuscitado dentre os mortos, como havia prometido.
A ressurreição de Jesus Cristo é a verdade primordial da fé cristã. Ela descansa na mesma raiz do Evangelho. Sem uma fé na ressurreição não pode haver salvação pessoal. A Bíblia diz: "Se confessares com tua boca que Jesus é o Senhor, e creres em teu coração que Deus o levantou dos mortos, serás salvo." Temos que crer nisto ou nunca poderemos ser salvos.
Para muitas pessoas a ressurreição tem chegado a ser pouco mais que um símbolo consolador da imortalidade da alma. Porém, a ressurreição abarca muito mais que a perpetuidade da vida. Crer na imortalidade por si mesma poderia ser algo trágico e horrível. A Bíblia ensina que a fé deve ser acompanhada de uma segura convicção de que Deus uma existência eterna em sua presença gloriosa, através do conhecimento pessoal de seu Filho.
Começamos com o fato de que ao terceiro dia, Jesus Cristo havia ressuscitado dos mortos, saiu do sepulcro e apareceu aos desanimados e assombrados discípulos que haviam perdido toda a esperança de revê-lo. Sem nossa aceitação da realidade da ressurreição, essa celebração não é mais que uma ilusão. Como escreveu o apóstolo Paulo há muito tempo: "E se Cristo não ressuscitou, então é vã nossa pregação e vã também será a nossa fé"
Quando se contempla a ressurreição de Cristo como um feito histórico, o Domingo da Ressurreição se converte no dia dos dias e se deve reconhecer e celebrar como a maior vitória de todos os tempos.
A ressurreição foi, em um sentido, uma vitória suprema para a raça humana. Foi uma vitória sobre a morte: "Mas agora Cristo tem ressuscitado dos mortos; e foi feito as primícias dos que dormem." Sua ressurreição dos mortes é a garantia que também para nós a sepultura será aberta e que seremos também ressuscitados: Porque assim como em Adão todos morreram, também em Cristo todos serão vivificados."
A Ressurreição foi também uma vitória sobre o pecado: "O salário do pecado é a morte." O pecado de Adão no jardim do Éden teve como resultado a culpa, a condenação e a separação da presença de Deus. De fato, ali também se deu a gloriosa promessa de que apareceria a semente da mulher, e que Deus poria inimizade entre sua semente (Cristo) e a serpente (Satanás).
No conflito resultante, a semente da mulher seria ferida no calcanhar, porém a troca feriria a cabeça da serpente, infligindo-lhe uma chaga mortal. Isto se cumpriu e manifestado abertamente na ressurreição de Cristo.
A ressurreição também nos dá vitória sobre as dúvidas. Parece que há milhares de cristãos escravos das dúvidas. Não quero dizer que tais pessoas duvidam da existência de Deus ou das verdades bíblicas. Podemos aceitar tudo isso enquanto seguimos duvidando em nossa relação pessoa com o Deus em quem professamos crer. Algumas pessoas têm dúvidas quanto ao perdão de seus pecados, outras duvidam que sua esperança de ir ao céu, e ainda outras desconfiam de sua própria experiência interior.
Durante seu ministério terreno, Jesus fez uma série de assombrosas afirmações e promessas a seus discípulos, que podem ter lhes parecido inacreditáveis enquanto ele estava no sepulcro. Jesus lhes havia dito: "Eu vim para que tenham vida... todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá eternamente." Porém agora ele que havia feito essas promessas estava morto, e o sepulcro estava fechado sobre aquele que havia prometido vida eterna a todos os que creram nele. SE ele não tivesse ressuscitado, teríamos motivos suficientes para duvidar da validade de suas promessas.
Mas quando ele saiu do sepulcro, todas suas promessas e suas palavras saíram com ele e hoje vivem em gloriosa vitalidade, poder e autoridade.
A ressurreição é também uma garantia da vitória sobre nossos temores. Os temores são íntimos aliados das dúvidas. O presidente da faculdade de história de uma de nossas grandes universidades uma vez me confidenciou esta opinião: "Nós temos nos convertido em uma nação de covardes." Não aceitei sua declaração, porém ele arguiu que muitas pessoas têm se mostrado resistentes a seguir um curso não se trata de algo popular. Inclusive se estamos convencidos de que algo é correto, procuramos não nos comprometer porque ficamos com temor. Se as probabilidades nos favorecem, nos colocamos a seu favor, porém se implica em algum risco em defender o que é correto, procuramos nos colocar a salvo.
Você que tem medo da morte, medo de perder a saúde ou de perder os amigos, examine as palavras de Paulo: "Porque Deus não nos tem dado um espírito de covardia, mas de poder, e de amor, e de domínio próprio." Deus nos tem dado uma viva esperança mediante a ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos. Este e outras passagens similares assinalam o fato de que nenhum cristão tem razão alguma perante os olhos da vontade de Deus; "Se Deus é por nós, quem será contra nós.
O poder do Espírito Santo levantou o corpo de Cristo dentre os mortos. Esse mesmo Espírito Santo, agora operando em nós, pode nos livrar dos poderes da ansiedade e do temor, e fazer com que nos regozijemos na segura e gloriosa esperança que ele tem preparado para nós.
A ressurreição nos garante a vitória em nosso dia a dia. A vitória que Cristo conquistou para nós quando ressuscitou do sepulcro pode ser vista em nossa vida diária. Pode ser manifesta em nós e por meio de nós em todo lugar, e em toda circunstância pelo seu poder ressuscitador para a glória de Deus.
Podemos estar conscientes cada dia de seu poder vitorioso operando em nós, por nós e por meio de nós para sua glória. Podemos exclamar como o apóstolo Paulo: "Mas graças sejam dadas a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo".
Se você fizer este compromisso com Cristo hoje, por favor, conte-nos a respeito.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009

“BATALHA ESPIRITUAL”
A Bíblia está repleta de relatos de batalhas, guerras, confrontos e todo tipo de coisas que denotam conflitos. Só para termos uma idéia de como este assunto é tratado em grande escala nas Escrituras, a palavra “batalha”- assim como foi traduzida- encontra-se em cinqüenta trechos das Escrituras. A palavra sinônima “guerra”, encontra-se em duzentos e oito versículos. São referências que descrevem a luta entre nações, pessoas individuais, Deus e o homem, o homem cristão e a sua velha natureza, a Igreja e o mundo, a Igreja e o diabo.
Esta última a ser referida, revela-nos uma espécie de guerra que é bastante diferente da que estamos acostumados a ver nos noticiários de T.V, mas, não menos horrenda e, até mais terrível: a Batalha Espiritual.
Em Ap. 12:4, encontramos a referência à primeira batalha espiritual que foi travada: “arrasta a terça parte das estrelas do céu, as quais lançou para a terra”. Esta é uma referência de João a Satanás que rebelou-se contra Deus e arrastou consigo a terça parte dos anjos. Desde então, nós vemos, através da Bíblia, Satanás fazendo guerra contra Deus e o Seu povo:
“Então ele me mostrou o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do anjo do Senhor, e Satanás estava à sua mão direita, para se lhe opor”. (Zc. 3:1).
Encontramos, também, citações da batalha que o crente deve fazer contra Satanás: “..não deis lugar ao diabo”. (Ef. 4:7); Revesti-vos de toda armadura de Deus para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo”. (Ef. 6:11). Em Tg 4:7, está escrito: “Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós”. Esta palavra “resisti”, a qual Tiago refere-se, no grego é “anqi(sthte”, ela é derivada de ”anqi)sthmi”, que traduzido é “colocar-se contra, opor-se, permanecer firme”. Esta palavra é aplicada da mesma forma- o combate que o crente deve fazer ao diabo- em, pelo menos, mais duas formas no Novo Testamento: Ef 6:13 e 1 Pe 5:8,9. Isso denota, de forma direta, uma luta espiritual que está se travando. Sobre isso, Paulo Romeiro comenta de forma plausível: “A Bíblia fala muitas vezes sobre tal conflito. Sim, existe uma contínua e intensa batalha entre a luz e as trevas, entre Cristo e Satanás, entre a Igreja e o inferno”[1].
Para entendermos melhor esta batalha, precisamos tomar conhecimento de como ela começou
1.2 A origem da batalha espiritual
Procurar saber a origem desta guerra cósmica leva-nos a indagar sobre a origem do mal. No entanto, não iremos nos deter neste assunto. Aqui, é necessário sabermos que existe uma origem para o mal e que esta, é identificada com o diabo.
De acordo com as Escrituras, o Diabo é o chefe da apostasia. Em Is 14:12, Satanás é identificado como sendo a Estrela da Manhã e Filho da Alva. Isso quer dizer que houve um tempo em que este ser angelical criado por Deus, rebelou-se contra o seu Criador (Ez 28:12-19), querendo ser igual a Ele e, consequentemente, foi expulso do céu juntamente com os seus seguidores (Mt 25 41; 12:24; Ef 2:2; Ap 12:7).
É aí que começa toda a guerra, com o propósito de Satanás de ser igual a Deus e, por isso, opor-se a tudo o que Deus faz ou o que se chama pelo Seu nome ( Mt 13: 24-30; Lc 22:3).
FONTE:
Ministério CACP
http://www.cacp.org.br/estudos/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=912&menu=7&submenu=4
A Bíblia está repleta de relatos de batalhas, guerras, confrontos e todo tipo de coisas que denotam conflitos. Só para termos uma idéia de como este assunto é tratado em grande escala nas Escrituras, a palavra “batalha”- assim como foi traduzida- encontra-se em cinqüenta trechos das Escrituras. A palavra sinônima “guerra”, encontra-se em duzentos e oito versículos. São referências que descrevem a luta entre nações, pessoas individuais, Deus e o homem, o homem cristão e a sua velha natureza, a Igreja e o mundo, a Igreja e o diabo.
Esta última a ser referida, revela-nos uma espécie de guerra que é bastante diferente da que estamos acostumados a ver nos noticiários de T.V, mas, não menos horrenda e, até mais terrível: a Batalha Espiritual.
Em Ap. 12:4, encontramos a referência à primeira batalha espiritual que foi travada: “arrasta a terça parte das estrelas do céu, as quais lançou para a terra”. Esta é uma referência de João a Satanás que rebelou-se contra Deus e arrastou consigo a terça parte dos anjos. Desde então, nós vemos, através da Bíblia, Satanás fazendo guerra contra Deus e o Seu povo:
“Então ele me mostrou o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do anjo do Senhor, e Satanás estava à sua mão direita, para se lhe opor”. (Zc. 3:1).
Encontramos, também, citações da batalha que o crente deve fazer contra Satanás: “..não deis lugar ao diabo”. (Ef. 4:7); Revesti-vos de toda armadura de Deus para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo”. (Ef. 6:11). Em Tg 4:7, está escrito: “Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós”. Esta palavra “resisti”, a qual Tiago refere-se, no grego é “anqi(sthte”, ela é derivada de ”anqi)sthmi”, que traduzido é “colocar-se contra, opor-se, permanecer firme”. Esta palavra é aplicada da mesma forma- o combate que o crente deve fazer ao diabo- em, pelo menos, mais duas formas no Novo Testamento: Ef 6:13 e 1 Pe 5:8,9. Isso denota, de forma direta, uma luta espiritual que está se travando. Sobre isso, Paulo Romeiro comenta de forma plausível: “A Bíblia fala muitas vezes sobre tal conflito. Sim, existe uma contínua e intensa batalha entre a luz e as trevas, entre Cristo e Satanás, entre a Igreja e o inferno”[1].
Para entendermos melhor esta batalha, precisamos tomar conhecimento de como ela começou
1.2 A origem da batalha espiritual
Procurar saber a origem desta guerra cósmica leva-nos a indagar sobre a origem do mal. No entanto, não iremos nos deter neste assunto. Aqui, é necessário sabermos que existe uma origem para o mal e que esta, é identificada com o diabo.
De acordo com as Escrituras, o Diabo é o chefe da apostasia. Em Is 14:12, Satanás é identificado como sendo a Estrela da Manhã e Filho da Alva. Isso quer dizer que houve um tempo em que este ser angelical criado por Deus, rebelou-se contra o seu Criador (Ez 28:12-19), querendo ser igual a Ele e, consequentemente, foi expulso do céu juntamente com os seus seguidores (Mt 25 41; 12:24; Ef 2:2; Ap 12:7).
É aí que começa toda a guerra, com o propósito de Satanás de ser igual a Deus e, por isso, opor-se a tudo o que Deus faz ou o que se chama pelo Seu nome ( Mt 13: 24-30; Lc 22:3).
FONTE:
Ministério CACP
http://www.cacp.org.br/estudos/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=912&menu=7&submenu=4
Assinar:
Postagens (Atom)